Para o povo julgar,
e opinar
O Senado, como a Câmara dos Deputados, órgãos do nosso regime democrático, como a mais alta esfera de decisões e fiscalização da Presidência da República, deve, meus senhores e minhas senhoras, eleitores ou não, agir permanentemente com a maior isenção de protecionismo, pois está revestido da obrigatoriedade e respeito aos que o elegeram representantes de todos os partidos para conduzir e decidir em nome do povo. Os senadores são pagos por nós – povo-, para trabalhar dentro da máxima dignidade. Todavia, o Senado do Brasil desviou-se do rumo que deveria seguir, e está vivendo uma crise de hombridade, diferente daquilo que, como candidatos, seus pares prometeram à população do País. Ele é hoje presidido por um homem que vestiu todas as camisas do quadro político. Esse homem, se indagado for quanto ao seu ideal, e a que quadro político partidário pertence, se quiser ser honesto na resposta, deverá dizer: - “Do meu mesmo, e da minha família”.
O que se vê no Senado, desencoraja qualquer um que pretenda saber se o Brasil é um país sério.
Como um órgão, e seu presidente, podem pedir seriedade e decência, se eles mesmos não os estão praticando? Que respeito merece?
O sagrado dinheiro dos nossos patrícios está sendo gasto para pagar quem dá o pior exemplo da alta seriedade e competência.
Quem age dessa forma, deve pagar por isso.
Ontem e agora
Anos atrás, na véspera de São João - que diziam ser a mais longa noite do ano - as moças escreviam em pedaços de papéis, nomes de alguns homens. Esses papéis eram dobrados e deixados dentro de um prato com água. Nos dia seguinte, o papel que estivesse aberto, indicaria com quem a moça iria se casar. Isto se faz atualmente, ou as jovens já não acreditam na sorte?
Aí vem o
Dia da Empresa
Em 14 de agosto, uma sexta feira, será comemorado o Dia da Empresa Limeirense. Nessa ocasião a ACIL homenageará aqueles que forem indicados como melhores do ano passado, em diversas camadas da sociedade. Essa promoção da ACIL é sempre um dos nossos mais importantes eventos.
Eu mesmo,
Ro
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