Quem se dispuser a estudar o processo evolutivo de um município, às vezes se depara com um conjunto de fatos imprevisíveis. É o que ocorreu em Limeira. Veja-se que pouco sofreu com a queda do café, pois rapidamente passou a viver o ciclo da laranja, e quando o fim da segunda guerra mundial incidiu na citricultura (as maiores exportações eram para países europeus), a indústria de imediato ocupou o lugar da citricultura, levantando o estandarte da economia local, o que se atribuiu principalmente à Companhia Prada, Máquina São Paulo, Companhia União dos Refinadores , fábricas de calçados, também de óleos comestíveis e após isso, as indústrias de rodas para veículos (Fumagalli, Rodabrás e outras). Com o avanço industrial, veio o crescimento do comércio, determinando a grande redução de compras fora da nossa Tatuibi, em favor de Campinas e Piracicaba principalmente; sem contar a Capital do Estado.
Há que se considerar que esse avanço não parou. Pelo contrário – houve crescimento. A cidade passou a vender de tudo, desde tecidos, produtos alimentícios, peças e acessórios para veículos, carrinhos para bebês, materiais de construção, e mais uma longa lista de variados itens. Esse avanço foi tão grande, que atualmente em nada depende de outras cidades. Dentro dos limites de Limeira, encontram-se tudo, desde miudezas até artigos relativos ao trabalho. Observe-se o número de lojas, oficinas, supermercados variados, postos de serviço, dando pronto atendimento a quaisquer tipos de clientes, para os quais há uma rede de atendentes com todos os requisitos de conhecimentos e urbanidade.
Numa cidade de quase 300 mil habitantes, os limeirenses encontram de tudo, e tudo divulgado com critério pelos múltiplos meios de comunicação.
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