Associação Comercial e Industrial de Limeira
19 a 25 de fevereiro de 2009

Vitrine

Sem crise
O aumento de 6,4% no salário mínimo poderá impulsionar ainda mais as vendas do comércio popular. Em tempos de crise, roupas, sapatos e acessórios com preços a partir de R$ 1,99 se destacam nas gôndolas do varejo e contribuem com o crescimento das vendas. A expectativa dos lojistas do setor é de um faturamento até 20% maior neste ano em relação a 2008.

O mínino máximo
Segundo o Ministério do Trabalho, R$ 21 bilhões serão injetados na economia com o aumento do salário de R$ 415 para R$ 465, beneficiando 42,8 milhões de pessoas no País. “Com R$ 50 a mais, poderemos comprar mais roupas”, disse a operadora de telemarketing Camila Rodrigues. Ela aproveitou o período de liquidações para renovar o guarda-roupa junto com a mãe, a dona de casa Carlota Rodrigues. “Vamos gastar R$ 200”. “Na loja de moda popular Barra Forte, no centro da capital, blusas femininas são vendidas a R$ 1,99, além de calças tipo legging a R$ 10 e batas estampadas a R$ 4,99”.

Rico também compra
Próximo dali, na Torra Torra, o supervisor de vendas Orlando Valério disse que não há crise no setor popular. “Ganhamos clientes de classes sociais mais elevadas também.” Com 35 lojas espalhadas na capital paulista, a rede espera aumentar as vendas em 20% neste ano em relação a 2008.

Até super herói
Compras por impulso também fazem parte do cotidiano da moda popular. Foi o que ocorreu com a manicure Devany Mendes. “Vim comprar três camisetas brancas para meu filho usar na escola. Mas ele quer a roupa do personagem Ben 10, que custa R$ 15. Não resisto ao sorriso dele.”