Associação Comercial e Industrial de Limeira
22 a 28 de janeiro de 2009

Editorial

A esperança que
vem de um homem

É de se duvidar que na terça-feira grande parte dos nossos leitores e da própria população, não tenha ficado frente à TV para assistir a posse do novo presidente dos Estados Unidos. Também não erra quem afirmar que o fez por simples curiosidade. Não, não foi.
Nosso País tem tantas e tão importantes ligações com aquela nação Norte Americana, que nutre inescondível curiosidade pelo que de algum interesse lá se passa. Afinal, trata-se do país líder do nosso hemisfério e do próprio mundo, o que não é contestado nem pela Rússia, Inglaterra, Alemanha, ou qualquer outro país. Ademais, a terra do Tio Sam faz parte do Mercosul. Tendo em vista todos esses fatores, os Estados Unidos pesam e muito na Organização dos Estados Americanos (OEA), e no Tratado do Atlântico Norte (OTAN), além de figurar no grupo dos oito (os mais ricos do mundo).
Portadores desses diplomas, os Estados Unidos encabeçam qualquer lista de importantes nações, o que lhe dá o direito de estar entre os países ricos e poderosos, sendo considerado com justiça aquele com maior poder de liderança. Isto equivale dizer que os grandes fatos lá ocorridos tomam proporções mundiais. Justifica-se, pois a repercussão que teve no Brasil e no mundo, a posse de Barack Obama. Por se tratar do primeiro presidente negro dos Estados Unidos (onde o racismo teve presença altíssima) e pela tradição de liderança que tem exercido, o título de primeiro mandatário reveste-se de significado excepcional. Possivelmente tamanha repercussão tenha despertado inveja em outros presidentes que têm muito de vaidade e nem tanto de capacidade administrativa.
Cada qual colhe o que planta, uns nascem para carregar a vaidade e outro para inspirar confiança.