Associação Comercial e Industrial de Limeira

18 a 24 de dezembro de 2008

Em Órbita

O Santo Misticismo

Já se sente no ar a impregnação do Natal. As formas de comemoração são múltiplas. Os espanhóis diferem dos ingleses, estes dos italianos, dos portugueses, dos turcos dos alemães, dos irlandeses, dos americanos, dos argentinos. Cada país tem seus cânticos, suas comidas, vinhos, formas de presentes. Em todos eles, porém, o mesmo sentido da confraternização. Os povos cristãos se ligam pelo abrandamento dos corações , tornando-os mais sensíveis aos apelos dos sofredores, das injustiças, dos famintos, dos que pedem um lugar ao sol porque vivem na obscuridade, dos descrentes, porque eles também aspiram ao reino dos céus, dos enfermos que imploram pela saúde corporal e espiritual. Os esportes, a política, o dom das artes e da ciência, são implorados para todos quando do campo celeste vem o Menino Deus.
Esse natal não tem pátria, nem línguas; ele transcende a tudo isso porque o demais é pequeno para tão grande força e alta glória. É mais que justo e é necessário o rosário de preparativos que se forma à sua espera. Em uma boneca rica ou pobre, numa miniatura de automóvel ou de um avião, cabem a satisfação de um desejo infantil. Só não cabem e nem se ajustam como presentes, miniaturas de armas de fogo e de guerra, porque a humanidade se vale do Natal para proclamar a paz sublime e extrema glória entre os povos.
De uma forma ou de outra, pomposa ou simples, dirija-se ao seu amigo, parente ou conhecido, e diga que lhe deseja um Feliz Natal. E acrescente que este desejo vem de dentro, vem do intimo, de coração para coração. Diga-lhe com sinceridade que quer vê-lo mais alegre e saudável, mais junto de Deus e sentindo a caricia da felicidade. Depois durma tranqüilo e acorde ao som das harpas e cântico dos anjos. Para agora e para sempre.

Eu mesmo,
Rob