| Todos éramos crianças quando ouvimos falar em D´Artagnan, o herói Francês que lutava a favor da rainha do seu país. Ele e mais três companheiros defensores da coroa - Athos, Porthos e Aramis, eram exemplos de coragem e dedicação. Seus atos de bravura e lealdade davam segurança àquela que era adorada pelo seu povo, que se orgulhava do país, que antes fora a Gália.
Em um dos importantes episódios da vida da França, os três mosqueteiros e seu chefe, se colocaram ao lado da rainha, e se debatiam bravamente pelas causas que ela abraçava. Ficou célebre a frase que nas lutas eles adotaram como lema: “Um por todos, e todos por um”. Essa divisa empolgou os franceses que passaram a nutrir pelos jovens guerreiros uma admiração ímpar. Os fatos vividos por um país berço de heróis, tiveram em época tão distante, valentes jovens e a garantia de liberdade e justiça almejadas pelos gauleses. Eles eram uma só voz, um só coração, uma só espada, e um só sangue em defesa de uma pátria que veio à historia com o destino de ser rica , livre e poderosa.
Agora, a figura dos Mosqueteiros, é lembrada numa luta de humanitarismo que não tem tamanho, tão extensa ela é. Nós estamos vivendo de forma digna, mas nossos irmãos Catarinenses sofrem toda sorte de privações. De um momento para o outro, acordaram sem casas, móveis, utensílios, sem transportes roupas e alimentos.
|