Eleição ajuda
o meio ambiente
O uso das urnas eletrônicas nos últimos 12 anos
gerou um ganho ambiental considerável. De acordo com
o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), desde a implantação
do sistema eletrônico de votação, em 1996,
até o último pleito - realizado em 27 de outubro
de 2006, 820,8 milhões de cidadãos votaram por
meio desse sistema, o que ajudou a preservar 18.720 árvores
ou uma floresta de 112 mil metros quadrados.
Em 2008
Nestas eleições serão economizados
148,2 mil quilos de papel, poupando 2.965 árvores.
O processo eletrônico assegurou, em dez anos, a manutenção
da vegetação nativa em área que corresponde
a 11 campos de futebol, ao evitar o corte de árvores
e ao deixar de usar 505,44 milhões de litros de água
na produção do papel, que até 1996
era utilizado para produzir as cédulas.
Água também é poupada
Este volume de água é suficiente para abastecer
uma cidade de 100 mil habitantes por um mês. A economia
ambiental - que representa a manutenção de
florestas e de ecossistemas - é uma conseqüência
inesperada, um benefício extra ao meio ambiente,
gerado a partir da intenção da Justiça
Eleitoral de agilizar o processo de votação
e de apuração. O ganho ambiental se amplia
com a economia de papel em cada pleito.
Segundo turno gera economia
Agora, o TSE está modificando o sistema da folha
de votação. Assim, não será
impresso um novo caderno para identificação
do eleitor nos municípios que terão segundo
turno. Ao invés disso, a mesma lista será
reutilizada.