Associação Comercial e Industrial de Limeira
25/set a 01/out de 2008

Vitrine

Eleição ajuda o meio ambiente
O uso das urnas eletrônicas nos últimos 12 anos gerou um ganho ambiental considerável. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), desde a implantação do sistema eletrônico de votação, em 1996, até o último pleito - realizado em 27 de outubro de 2006, 820,8 milhões de cidadãos votaram por meio desse sistema, o que ajudou a preservar 18.720 árvores ou uma floresta de 112 mil metros quadrados.

Em 2008
Nestas eleições serão economizados 148,2 mil quilos de papel, poupando 2.965 árvores. O processo eletrônico assegurou, em dez anos, a manutenção da vegetação nativa em área que corresponde a 11 campos de futebol, ao evitar o corte de árvores e ao deixar de usar 505,44 milhões de litros de água na produção do papel, que até 1996 era utilizado para produzir as cédulas.

Água também é poupada
Este volume de água é suficiente para abastecer uma cidade de 100 mil habitantes por um mês. A economia ambiental - que representa a manutenção de florestas e de ecossistemas - é uma conseqüência inesperada, um benefício extra ao meio ambiente, gerado a partir da intenção da Justiça Eleitoral de agilizar o processo de votação e de apuração. O ganho ambiental se amplia com a economia de papel em cada pleito.

Segundo turno gera economia
Agora, o TSE está modificando o sistema da folha de votação. Assim, não será impresso um novo caderno para identificação do eleitor nos municípios que terão segundo turno. Ao invés disso, a mesma lista será reutilizada.