Associação Comercial e Industrial de Limeira

04 a 10 de setembro de 2008

Assunto Econômico

Preço da cesta básica cai em quatro capitais
O forte recuo dos preços dos alimentos em agosto levou a cesta básica a ficar mais barata em 15 das 16 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Em quatro delas, Rio de Janeiro, Recife, Natal e Fortaleza, a queda foi superior a 10% na passagem de julho para agosto. A maior queda foi observada no Recife, de 10,77%, seguida por Natal (-10,73%), Fortaleza (-10,59%) e Rio de Janeiro (-10,56%). Já as menores quedas foram registradas em Belém (-2,27%) e Brasília (-3,18%). Em São Paulo, a cesta ficou 4,35% mais barata. Apesar de os preços haverem caído 6,99% em Porto Alegre, a capital gaúcha foi mais uma vez a localidade que apresentou o maior custo para os gêneros alimentícios essenciais, com R$ 241,16. Valor praticamente igual foi apurado para a cesta de São Paulo (R$ 241,15). O terceiro maior valor foi verificado em Belo Horizonte (R$ 231,26). As cestas mais baratas foram encontradas em Recife (R$ 176,09) e Fortaleza (R$ 178,37).

Começou a troca de operadora com manutenção de número de telefone
Começou esta semana, a implantação da portabilidade nas telefonias móvel e fixa em todo o Brasil. A mudança permitirá aos brasileiros trocar de operadora sem perder o número do telefone. A portabilidade será implantada aos poucos e só valerá para todo o país a partir de março de 2009. Pelo modelo adotado, o usuário deverá contatar a prestadora para qual quer migrar e solicitar a transferência. O usuário pode desistir da mudança em até dois dias úteis, a partir da solicitação. Se isso não acontecer, a operadora escolhida encaminha o pedido e os dados do usuário à empresa que administra o serviço de migração, a ABR Telecom.

Parcelamento simplificado
A Receita Federal informou que, a partir de agora está em vigor o chamado “parcelamento simplificado” de débitos para pessoas físicas e empresas pela internet sem a necessidade da certificação digital, que era obrigatória até o momento.
As dívidas até R$ 100 mil com o governo, excluindo as previdenciárias, poderão ser parceladas em até 60 meses, mas serão corrigidas pela variação da taxa Selic, atualmente em 13% ao ano. Uma das novidades é que a Receita permitirá o parcelamento de débitos referentes a um tributo, como a Cofins, por exemplo, mesmo que o contribuinte já tenha um parcelamento anterior no órgão referente ao mesmo imposto. Pela regra dos parcelamentos tradicionais da Receita, que não têm limite, o contribuinte só poderia fazer um novo parcelamento do mesmo tributo depois que concluído o pagamento do anterior.
A Receita Federal informou ainda que uma das vantagens do novo sistema é que será permitido o parcelamento de tributos retidos, como, por exemplo, o IR retido na fonte dos trabalhadores e não repassado ao governo pelas empresas. O controle de acesso ao aplicativo, segundo o órgão, se dará por código obtido na página da Receita.