Preço da cesta básica
cai em quatro capitais
O forte recuo dos preços dos alimentos em agosto levou a
cesta básica a ficar mais barata em 15 das 16 capitais pesquisadas
pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos
Socioeconômicos (Dieese). Em quatro delas, Rio de Janeiro,
Recife, Natal e Fortaleza, a queda foi superior a 10% na passagem
de julho para agosto. A maior queda foi observada no Recife, de
10,77%, seguida por Natal (-10,73%), Fortaleza (-10,59%) e Rio de
Janeiro (-10,56%). Já as menores quedas foram registradas
em Belém (-2,27%) e Brasília (-3,18%). Em São
Paulo, a cesta ficou 4,35% mais barata. Apesar de os preços
haverem caído 6,99% em Porto Alegre, a capital gaúcha
foi mais uma vez a localidade que apresentou o maior custo para
os gêneros alimentícios essenciais, com R$ 241,16.
Valor praticamente igual foi apurado para a cesta de São
Paulo (R$ 241,15). O terceiro maior valor foi verificado em Belo
Horizonte (R$ 231,26). As cestas mais baratas foram encontradas
em Recife (R$ 176,09) e Fortaleza (R$ 178,37).
Começou a troca de operadora com
manutenção de número de telefone
Começou esta semana, a implantação da portabilidade
nas telefonias móvel e fixa em todo o Brasil. A mudança
permitirá aos brasileiros trocar de operadora sem perder
o número do telefone. A portabilidade será implantada
aos poucos e só valerá para todo o país a partir
de março de 2009. Pelo modelo adotado, o usuário deverá
contatar a prestadora para qual quer migrar e solicitar a transferência.
O usuário pode desistir da mudança em até dois
dias úteis, a partir da solicitação. Se isso
não acontecer, a operadora escolhida encaminha o pedido e
os dados do usuário à empresa que administra o serviço
de migração, a ABR Telecom.
Parcelamento simplificado
A Receita Federal informou que, a partir de agora está em
vigor o chamado “parcelamento simplificado” de débitos
para pessoas físicas e empresas pela internet sem a necessidade
da certificação digital, que era obrigatória
até o momento.
As dívidas até R$ 100 mil com o governo, excluindo
as previdenciárias, poderão ser parceladas em até
60 meses, mas serão corrigidas pela variação
da taxa Selic, atualmente em 13% ao ano. Uma das novidades é
que a Receita permitirá o parcelamento de débitos
referentes a um tributo, como a Cofins, por exemplo, mesmo que o
contribuinte já tenha um parcelamento anterior no órgão
referente ao mesmo imposto. Pela regra dos parcelamentos tradicionais
da Receita, que não têm limite, o contribuinte só
poderia fazer um novo parcelamento do mesmo tributo depois que concluído
o pagamento do anterior.
A Receita Federal informou ainda que uma das vantagens do novo sistema
é que será permitido o parcelamento de tributos retidos,
como, por exemplo, o IR retido na fonte dos trabalhadores e não
repassado ao governo pelas empresas. O controle de acesso ao aplicativo,
segundo o órgão, se dará por código
obtido na página da Receita.
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