| “Já raiou a liberdade no horizonte
do Brasil”
Então a brava gente brasileira passou a ser auto determinante.
De súditos, os brasileiros tornaram-se senhores e ocuparam
o lugar que lhes estava reservado no concerto das nações
civilizadas. Mais uma bandeira passou a ser hasteada no Pantheon
da Glória.
O que estava escrito no livro dos destinos configurou-se como uma
das maiores conquistas obtidas pelos que, não mais aceitando
ser gentio, juntaram-se aos que não mais eram comandados,
mas comandavam.
Uma frase encarnando coragem, e determinação fez-se
ouvir e mais uma nação livre incorporou-se àquelas
que assim já o eram em todos os continentes.
Brasil livre, livre para falar, para comprar e vender, livre para
transitar pelos mares portando uma bandeira própria em suas
naves, uma bandeira verde amarela, símbolo de uma Pátria
que nascera para ser bela, viveria para ser rica e falaria em nome
da Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
No correr desses anos, que não se sabe quando começaram,
e não se tem idéia de até quando irão,
a nossa pátria deverá estar presente em todas as decisões
e será ouvida em todas as circunstâncias.
Assim está escrito e assim se cumprirá. Pelo que o
Brasil significa, deverá ser ampliado, e pelo que ele representa
para todos os hemisférios.
Quando no céus da Pátria, fez-se ouvir o brado retumbante,
o sinônimo de liberdade ganhou um significado de maiores dimensões,
tão vastas o quanto é vasto o nosso território.
Comemora-se dentro em pouco mais um ano de independência-
186 anos precisamente, e essa celebração encontra
o Brasil em fase de mudanças dentro de um mundo em transformações.
Pensando no futuro o Brasil muda para não parar no tempo
e nem ficar atrás na corrida das conquistas.
Se houver sempre ordem, para nossa pátria, haverá
sempre progresso. É assim que pensamos quando nos vimos diante
de mais um 7 de setembro. O que o Brasil espera de nós é
o que esperamos ter condições de fazê-lo.
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