Segundo dados apresentados no 7º Concredi (Congresso Brasileiro
de Cooperativismo de Crédito, realizado em Fortaleza/CE),
cada vez mais, o número de clientes público-alvo
tanto de bancos como de cooperativas de crédito amplia-se
rapidamente.
Os motivos seriam, a estabilidade econômica e regras mais
flexíveis.
Até a década de 90, bancos e operadoras trabalhavam
com públicos distintos, sendo que as cooperativas, por
restrições legais, se estabeleciam perante públicos
homogêneos, como funcionários públicos e produtores
rurais. Já os bancos ficavam com as faixas de empresas
mais organizadas e pessoas físicas, em geral, desde que
assalariados com carteiras assinadas.
As mudanças vêm acontecendo e as cooperativas já
trabalham com um público mais heterogêneo. Os sistemas
cooperativos já estabelecem estratégias que tornam
os serviços mais conhecidos da população.
Assim, permitem um relacionamento de longo prazo entre as cooperativas
e seus associados e consumidores em geral de seus serviços.