| A denominada “Lei Seca” está
em vigor e sua instituição já causa polêmica.
Há correntes que a defendem, mas ao mesmo tempo existem os
que deploram o excesso de rigidez em sua instituição.
Enquanto são discutidos esses pontos de vista deve-se lembrar
que há um outro assunto a merecer a atenção
governamental e que diz respeito diretamente à segurança
dos que transitam com qualquer tipo de veículo pelos caminhos
do Brasil.
Trata-se da urgente necessidade de rigorosa conservação
das estradas. Os graves defeitos encontrados nos leitos dessas estradas
são apontados por uns, como descaso dos governos, enquanto
existem os que lançam a culpa nas empresas que oficialmente
têm o indeclinável dever de zelar pelo bom estado das
rodovias e nos contratos que celebram com os órgãos
oficiais essas empresas se comprometeram a dar atenção
ou melhor, dar assistência a todas as rodovias pelas quais
contratualmente são responsáveis. Isto, infelizmente
não é totalmente cumprido, como também há
falhas nos serviços executados pelos serviços estaduais
e federais de estradas de rodagem. Estes fatos infelizmente são
verídicos e a incidência de graves falhas é
constatada diariamente, em especial nos períodos de maior
circulação de veículos de carga e de passageiros.
Legislar impondo limites rígidos aos que costumam dirigir
após ingerir bebida alcoólica é uma coisa,
mas extrapolar indo além da normalidade é coisa bem
diferente. A venda é o uso de bebidas alcoólicas nas
rodovias têm mesmo de ser fiscalizada, mas dentro de princípios
que não fujam à normalidade. Ninguém vai e
nem pode aceitar motoristas de carros ou de ônibus dirigindo
sob efeito do álcool e as penalidades pela infração
da Lei devem ser as mais severas. Enquanto isso os governos que
cuidem com o máximo de atenção das estradas
pelas quais são responsáveis. Não basta cobrar
pedágios, é mais que necessário dar às
rodovias atenção permanente.
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