| Em junho tivemos a chance de participar de muitas
transformações como o “Projeto Genoma”,
onde as manchetes das grandes publicações deram destaques
e informam sobre as novidades que vem a ser um projeto internacional
em que cientistas de várias partes do mundo juntaram esforços
e intercambiaram pesquisas com o objetivo de traçar o ‘mapa’
do organismo humano.
Hoje, utilizamos parte destas descobertas e podemos saber sobre
parentesco (como os testes de paternidade), exame pré-natal
(onde pode-se identificar possíveis doenças congênitas,
identificando alterações cromossômicas de bebês
em gestação) e até exames – gratuitos
- em recém-nascidos para identificar doenças genéticas,
como fenilcetonúria e hipotireoidismo congênito, estes
dois últimos testes já acontecem desde os anos 70.
Mas fico aqui pensando... será que vale a pena saber se teremos
ou não uma doença séria? Ou ainda decidir pela
interrupção de uma gestação?
Precisamos acreditar no bem que todas essas pesquisas poderão
trazer e devemos ficar atentos aos progressos que serão feitos
e, se realmente estes beneficiarão a humanidade.
A ciência é capaz de afetar, desenvolver e auxiliar
todos os setores de negócios, e com estas novas pesquisas
genéticas, começam a mudar a realidade de empresas
de alimentos, medicamentos e de seguros de vida e saúde.
Os estudos estão avançados e toda grande inovação
científica traz consigo dúvidas e críticas.
A favor ou contra, vale mesmo é pensar em todas as pessoas
que serão beneficiadas por estes estudos e acreditar que
as pesquisas serão bem aplicadas.
O mês de junho também deu espaço a comemoração
da imigração japonesa, o Congresso da Indústria
2008, a derrota do Corinthians e da votação da CSS,
foi o mês de comemorar o amor e foi também o mês
de maior alta nos preços dos alimentos.
Parece que o ano passou inteirinho dentro de junho, mas esta sensação
deve ser por estarmos bem no meio de 2008.
Para os comerciantes as vendas começaram bem e os resultados
são favoráveis desde a comemoração do
Dia das Mães e confirmou-se no Dia dos Namorados, mas para
os supermercados a história foi outra e tiveram que fazer
uso das maquininhas de remarcar preços. A população
reclama dos absurdos que vem desembolsando para a compra da cesta
básica e dizem que todo mês o reajuste está
lá gritando.
Mas como conter os preços e segurar a inflação?
Este foi um dos assuntos discutidos no Congresso da Indústria
2008, promovido pelo Fiesp/Ciesp em São Paulo. O evento foi
uma aula para os participantes de Limeira, pois falou-se sobre reforma
tributária e política industrial, assuntos muito importantes
e que estão ligados intimamente tanto para o presidente da
ACIL, Reinaldo Bastelli, e nossos diretores José Geraldo
Vieira Cardoso e Francisco de Salis Gachet, que lá compareceram,
quanto a empresários que fecharam boas parcerias.
O assunto parece complicado no início, mas depois de ouvir
pessoas como Paulo Skaf e João Guilherme Sabino Ometto, presidente
e membro do Conselho de Administração da Fiesp/Ciesp,
ministros e economistas especializados na área, o assunto
toma corpo e flui naturalmente. Foram 11 horas de debates e ao final
ficou clara a preocupação em relação
às indústrias e empresários do Brasil e que
as entidades
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