Em coletiva à imprensa no dia 8 de maio,
o gerente Mário Augusto dos Reis falou sobre a Proposta de
reforma do modelo de arrecadação do Sistema S.
Segundo Reis, o Senac São Paulo reage e discorda da proposta
de reforma do modelo de arrecadação de recursos e
de gestão do Sistema S. O projeto de alteração,
feito pelos ministérios da Educação e do Trabalho,
visa, entre outros pontos, a criação do Funtep –
Fundo Nacional de Formação Técnica e Profissional
– para o qual uma parte da receita de cada estado seria transferida.
Com gestão do governo, a verba destinada ao fundo seria distribuída
aos estados de acordo com o número de vagas gratuitas e a
modalidade dos cursos oferecidos. O objetivo dessa proposta é
disponibilizar cursos profissionalizantes gratuitos a alunos de
escolas públicas e a trabalhadores desempregados.
O Senac São Paulo compartilha da motivação
legítima do Ministério da Educação quando
demonstra a preocupação com a necessária ampliação
da oferta de ensino profissionalizante no País. “Discordamos
apenas das razões apresentadas que encaminham o debate para
uma intervenção ilegítima no funcionamento
de instituições que, como a nossa, ao longo de mais
de seis décadas, vêm justamente trabalhando nessa frente,
construindo um patrimônio de excelência voltado ao conhecimento
para o mundo do trabalho”, explica o diretor regional.
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