FGTS para empresas
O governo quer criar uma linha de financiamento habitacional com
recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)
para empresas interessadas em financiar imóveis para seus
empregados.
A proposta, do Ministério do Trabalho e Emprego, será
levada ao Conselho Curador do FGTS, que tem reunião prevista
para junho. A assessoria do ministério informou que pode
ser autorizada a liberação de até R$ 2 bilhões
para a linha, mas o valor ainda depende de análise da Caixa
Econômica Federal.
O ministério diz que há demanda por esse tipo de crédito,
em especial das empresas que estão se expandindo para outros
estados do País.
Mantega anuncia a criação
do Fundo Soberano do País
O governo Lula anunciou nesta semana, durante o lançamento
da nova política industrial, a criação de um
Fundo Soberano, que terá no superávit primário
do setor público a sua principal fonte de financiamento.
O fundo poderá ser alimentado também pelos recursos
das reservas internacionais. O novo mecanismo deve cobrir parte
do orçamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico
e Social (BNDES) nos próximos anos. Em especial, as linhas
destinadas a financiar a internacionalização de companhias
brasileiras.
Marca se dirige ao consumidor
As oscilações dos preços dos
bovinos fizeram o grupo Marfrig mudar a estratégia e até
a definição de sua empresa. Segundo o diretor de marketing,
Sérgio Mobaier, o grupo pretende ser reconhecido como uma
empresa alimentícia e não apenas como um frigorífico.
Para isso, está investindo em novas linhas de produtos, com
itens de maior valor agregado, para reduzir o impacto das elevações
dos custos. Além de carne bovina, a Marfrig fornece carne
suína, de aves e ovinos, frios, embutidos, empanados e hambúrgueres
das marcas Montana, Kilocerto, Pena Branca, Da Granja, Mabella,
Papeano e GJ.
A empresa atende tanto o food service como o consumidor final, mas
ainda é pouco conhecida deste último. A área
de marketing está sendo reestruturada para atender melhor
o cliente.
Folha de pagamento avançou
A folha de pagamento real da indústria subiu
2,7% em março ante fevereiro, segundo a Pesquisa Industrial
Mensal: Emprego e Salário do Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE). O crescimento veio depois de um recuo
de 0,1% em fevereiro, em comparação com o mês
anterior. Em relação a março do ano passado,
a folha de pagamento cresceu 8,7%. Em 2008 até março
houve aumento de 6,4% na folha, e no período de 12 meses
até março houve expansão de 5,9%. |