A Campanha de Cadastramento de
Medula Óssea Eu Amo a Vida, realizada pela Assembléia
Jd. das Acácias, formada por meninas de 11 a 20 anos e pelo
Demolay Limeira, formado por meninos de 11 a 20 anos, esteve juntamente
com o Hospital do Câncer de Barretos, realizando nos dias
25 e 26, o cadastramento de pessoas dispostas a serem doadores.
Com o objetivo de organizar Bancos de Medula Óssea, somente
no primeiro dia mais de 2,6 mil pessoas se cadastraram nos diversos
pontos espalhados por Limeira. Os voluntários estiveram das
8h às 17h em locais de grande fluxo como a praça Toledo
Barros, escolas, faculdades e empresas, recolhendo amostras de sangue
de pessoas de 18 a 55 anos, não portadoras de HIV ou em tratamento
de câncer e que estiveram dispostas a se tornarem doadoras.
“Os dados do doador serão cadastrados no Registro Nacional
de Doadores de Medula Óssea, o Redome. Quando um paciente
necessitar de uma medula, os médicos consultarão este
banco para encontrar um doador”, disse Thaís Cicolin,
19, coordenadora da Assembléia Jd. das Acácias.
Encontrado um doador, este será contatado e passará
por uma bateria de exames. Silvio Lemos Gonçalves, 36, enfermeiro,
conta que o método para doar a medula é muito simples
e não necessita de nenhum procedimento cirúrgico.
“O doador tomará uma medicação que vai
estimular a produção e a liberação de
células mãe na corrente sanguínea. Será
feito uma espécie de filtragem por veia periférica
que recolherá as células a serem doadas”, diz
Silvio.
Maria Ribeiro, 45, professora de Biologia, conta que já conhecia
o procedimento e então resolveu cadastrar-se. “Já
participei de congressos e palestras, e sei da importância
de se tornar doador. É um ato de caridade muito bonito e
se me chamarem, com certeza vou ser uma doadora”, afirma.
“Vi um anúncio da campanha pela TV e achei muito interessante.
Não sei ao certo como funciona o procedimento, mas quero
ser doadora.”, disse Talita Ramos, 25, estudante. |